O cotidiano e as lembranças que nos visitam, transformadas em versos, fluidos de muitas pessoas na pessoa de um poeta, que é apenas o instrumento do poeta que se esconde por traz do muro que separa o visível do invisível.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
LEMBRANÇAS
LEMBRAÇAS
Meu amor cantou comigo,
Brincou coisas de criança,
Fui mais que um simples amigo,
Quis abraçar, tive esperança...
O coração bateu por ela,
Noites e dias sem parar, por ela,
Mesmo depois que o tempo passou,
E o destino nos separou...
Quanto tempo e nem mais te vejo,
Aceso está, o fogo do desejo,
E nem sei se vou viver pra te encontrar,
Brincar, brincadeiras de criança...
Só sei dizer que o amor está vivo,
Dizer que estou vivo por causa do amor,
Que um dia senti por você menina,
Em algum lugar de nossa infância.
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